quarta-feira, 21 de maio de 2008

Felizmente Há Luar!



Características da obra:
- personagens psicologicamente densas e vivas
- comentário irónicos e mordazes
- denuncia da hipocrisia da sociedade
- defesa intransigente da justiça social

Teatro épico - drama que pretende analizar contexto social, mostrando a possibilidade de resolução das desgraças por parte do espectador.

Efeito de distanciação - processo (estratégia do teatro épico que consiste em causar no espectador um efeito de estranheza de modo a levá-lo a reflectir sobre aquilo que vê e agir, posteriormente na sociedade e, que se intrega.

Personagens do Felizmente há luar!
- governadores
- povo
- delactores

Os Lusiadas - Imagens




Estrutura Externa d'Os Lusiadas.



A obra divide-se em dez partes, às quais se chama cantos. Cada canto tem um numero variavel de estrofes(em média de 110). O canto mais longo é o X, com 156 estrofes.
As estrofes são oitavas, portanto constituídas por oito versos. Cada verso é constituído por dez sílabas métricas; na sua maioria, os versos sao héroicos (acentuados nas sextas e décimas sílabas).
O esquema rimático é o mesmo em todas as estrofes da obra, sendo portanto, rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos (AB-AB-AB-CC).

quarta-feira, 5 de março de 2008

terça-feira, 4 de março de 2008

D.Dinis Rei de Portugal

D. Dinis, Rei de Portugal
Ordem: 6.º Rei de Portugal

Cognome(s): o Lavrador, o Rei-Agricultor,
o Rei-Poeta, o Rei-Trovador
Início do Reinado: 16 de Fevereiro de 1279

Término do Reinado: 7 de Fevereiro de 1325

Aclamação: 1279

Predecessor: D. Afonso III

Sucessor: D. Afonso IV

Pai: D. Afonso III,

Mãe: D. Beatriz de Castela

Data de Nascimento: 9 de Outubro de 1261

Local de Nascimento: Santarém

Data de Falecimento: 7 de Fevereiro de 1325

Local de Falecimento: Lisboa

Local de Enterro: Mosteiro de São Dinis e São Bernardo, Odivelas

Consorte(s): Rainha Santa Isabel, Infanta de Aragão

Príncipe Herdeiro: Infante D.Afonso (filho)

Dinastia: Borgonha (Afonsina)

Pinhal de Leiria

A articulação entre o norte e o sul do país - este sul que se torna alvo da maior atenção e permanência dos reis - fazem de Lisboa centro giratório para tornar Portugal viável. Entre o norte, onde a malha senhorial é mais densa e apertada, e o sul, onde o espaço vasto conquistado aos mouros implanta sobretudo os domínios régios e as ordens militares, assim como vastos espaços de res nullius e torna Portugal um reino onde duas realidades diferentes se complementam.

Portfólio - Definições

Um mito (“mithós”) é uma narrativa tradicional com carácter explicativo e/ou simbólico, profundamente relacionados com uma dada cultura e/ou religião. O mito procura explicar os principais acontecimentos da vida, os fenómenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de Deuses, semi-deuses, heróis (todas elas são criaturas sobrenaturais). Pode-se dizer que o mito é uma primeira tentativa de explicar a realidade.

Um latifúndio é uma extensa propriedade rural onde existe uma grande proporção de terras não cultivadas e são exploradas com tecnologia obsoleta e de baixa produtividade.

História – Narração de acontecimentos ou factos dignos de memória, estudo ou conjunto de fenómenos naturais ou científicos, estudo das origens e progressos de uma arte ou ciência, biografia de uma personagem célebre/ Conto, narrativa/ Negócio/ aventura/ Fábula, patranha.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Mensagem - Criação

O título original do livro era Portugal. Influenciado por um amigo, Pessoa considera "Mensagem" um título mais apropriado, pelo nome "Portugal" se encontrar "prostituído" no mais comum dos produtos. Pessoa constrói a palavra "mensagem" a partir da expressão latina: Mens agitat molem, isto é, "A mente move a matéria", frase da história de Eneida, de Virgílio, dita pela personagem Anquises quando explica a Enéias o sistema do Universo. Pessoa não utiliza o sentido original da frase, que denotava a existência de um princípio universal de onde emanavam todos os seres.

Segundo uma carta datada de 13 de Janeiro de 1935 a Adolfo Casais Monteiro, Mensagem foi o primeiro livro que o poeta conseguiu completar. Pessoa mesmo explica que esse facto demonstra o porquê de não ter publicado outro livro como a prosa de um de seus heterónimos ou a poesia em seu próprio nome.

Numa carta de 1932 de Pessoa a João Gaspar Simões , seu primeiro biógrafo, vemos que a intenção do poeta era publicar primeiramente a Mensagem para somente mais tarde divulgar outras obras como o Livro do Desassossego, do semi-heterónimo Bernardo Soares, e a poesia dos heterónimos.

Foi publicado primeiramente em Dezembro de 1934, com edição da Parceria António Maria Pereira, em Lisboa. A segunda edição, de 1941, possui correcções feitas por Pessoa à primeira edição e foi editada pela Agência Geral das Colónias.

Um mês após a sua primeira publicação, ganhou o prémio na segunda categoria do Secratariado de Propaganda Nacional (SPN) que o premiou com o mesmo valor em dinheiro do primeiro.

Informação retirada aqui

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Portfólio - Registo de Audio

O Infante
Dulce Pontes
Composição: Fernando Pessoa / Dulce Pontes
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce
Deus quis que a Terra fosse toda uma
Que o mar unisse, já não separasse
Sagrou-te e foste desvendando a espuma

E a orla branca foi
De ilha em continente
Clareou correndo até ao fim do mundo
E viu-se a terra inteira, de repente
Surgir redonda do azul profundo

Quem te sagrou, criou-te português
Do mar e nós em ti nos deu sinal
Cumpriu-se o mar e o império se desfez
Senhor, falta cumprir-se Portugal

E a orla branca foi
De ilha em continente
Clareou correndo até ao fim do mundo
E viu-se a terra inteira, de repente
Surgir redonda do azul profundo



Interpretação do grupo: A música acima apresentada dá a conhecer a concepçao messiânica da história, na qual o homen e visto como o "instrumento" utilizado por Deus para que a obra se realize. Revela também a necessidade que existe em construir um império ( Quinto Império ) no qualse verifique sentimentos de luta, para que, deste modo, se volte a arriscar e partir para a acção.